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Corrupção e desperdício: Por que o plano de saúde custa tão caro?

Corrupção e desperdício: Por que o plano de saúde custa tão caro?

“Pobre não pode ter convênio”, disse a professora de português Ana Ires Santos Silva, 61, que cancelou o plano de saúde depois do susto que tomou em abril. No boleto, viu a mensalidade aumentar 321%, de R$ 460,91 para 1.482,66. “Ganho R$ 2.700. É impagável. Cancelei e não quero outro.”

Casos como o de Ana, que precisou deixar o plano à beira de uma cirurgia nos rins, são cada vez mais comuns. As reclamações contra aumentos abusivos não param de subir, ao mesmo tempo em que mais gente abandona os convênios. A culpa é do “custo médico hospitalar”, defendem-se as operadoras de saúde.

Esse custo ganhou até um índice próprio no meio: a “inflação médica”, que em 2017 foi 3,4 vezes maior do que a inflação do dia a dia. Este ano, a previsão é de que o custo médico-hospitalar fique 15,4% mais caro, 4,3 vezes acima dos 3,6% previstos para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). É a 13º maior diferença entre 51 países, informa a Consultoria Mercer Marsh Benefícios.

Entre 2013 e 2017, esse custo saltou 89% de acordo com a Unidas (União Nacional das Instituições de Autogestão). Em 2013, por exemplo, uma consulta médica custava R$ 59,64 em média; em 2017, estava 37% mais cara, R$ 82,27.

Um exame saía por R$ 29,40 em 2013, 49% menos que no ano passado, quando custou R$ 43,35. Reajustes ainda maiores foram registrados para internação em hospital – de R$ 10,7 mil para R$ 18,6 mil (73%) – e cobertura médico-hospitalar: 88% mais cara em 2017, de R$ 3.100 para R$ 5.800.

Inflação: 4,39%; reajuste: 10%

Embora a inflação no Brasil estivesse em 4,39% em junho deste ano, a ANS autorizou 10% de reajuste para os 8,1 milhões de planos individuais naquele mês.

Já para os 47,3 milhões que fazem parte dos planos coletivos, o percentual de aumento não é padronizado, uma vez que a agência não decide sobre o índice porque “é determinado em negociação entre a contratante e a operadora”.

Em maio, o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) pediu na Justiça a suspensão do reajuste com base em um relatório do TCU (Tribunal de Contas da União) que aponta falta de transparência e falha nos mecanismos de reajuste. “O tribunal disse que a ANS não possui meios para prevenção, identificação e correção de reajustes abusivos em planos coletivos”, explica Rafael Robba, advogado especializado em direito da saúde.

Uma das falhas afeta o sistema da ANS que coleta as informações repassadas pelas operadoras. “Ele permite a inclusão de informações erradas, e o sistema não identifica”, diz. A agência afirma que “os dados encaminhados são monitorados pelo corpo técnico”, que exclui do cálculo as informações “destoantes”. A Justiça concedeu uma liminar ao Idec, mas ela terminou cassada, e o reajuste, concedido.

Como as operadoras definem o valor do seu plano?

Quando uma operadora decide lançar um plano médico, ela simula toda a despesa necessária para atender as características do público-alvo. Se é para a cidade de Santos, por exemplo, onde vivem mais idosos, o plano levará em conta essas necessidades – e custos decorrentes.

A operadora calcula o valor de consultas, exames, cirurgias e complexidade, e decide uma cifra. “É o custo do risco”, explica o diretor-executivo da Fenasaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar), José Cechin. Em seguida, é a vez do “custo administrativo”, quando se estima o gasto com funcionários e rede de hospitais.

Acrescenta-se, então, os impostos e o valor para vender o produto. “É isso tudo que compõe o preço de um plano quando é lançado”, diz o diretor. A cada ano é feito um balanço que considera a inflação médica para decidir quanto aumentar.

Mas, afinal, por que esse “custo médico” sobe tanto ao ponto de criarem uma “inflação médica”, tão mais alta do que a de preços?

Duas das razões mais citadas pelos planos são as novas tecnologias e o envelhecimento da população. Presidente da consultoria Strategy, especializada em saúde, Raquel Marimon lembra que, diferentemente de outros segmentos, cada tecnologia que se inventa é agregada ao setor médico. “Não é uma substituição da anterior. Inventou-se a tomografia, mas ninguém parou de tirar radiografia. Antes a gente fazia três tipos de exames de sangue, hoje você não sai do consultório com menos de oito pedidos.”

Mas pouca coisa infla mais o custo médico do que o envelhecimento da população. “Nos dois últimos anos de vida, gasta-se com saúde o equivalente a 80% de tudo o que se pagou durante a vida. Esse custo acaba repassado ao preço final”, diz a consultora.

Com expectativa de vida de 74 anos, o brasileiro envelhece rapidamente. “Até 2027, esse ritmo representará um aumento de 1,4 ponto percentual por ano nas despesas com saúde por conta do envelhecimento”, calcula Cechin.

Corrupção no boleto

Mas o cálculo do boleto não é feito só de envelhecimento e alta tecnologia. No ano passado, a soma das internações, exames e consultas feitas por usuários dos planos chegou a R$ 145,4 bilhões. Deste valor, 19% corresponderam a desperdícios e fraudes, ou R$ 27,8 bilhões, informa estudo da Iess (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar). Em 2016, as fraudes chegaram a R$ 14 bilhões. Os desperdícios com consultas e exames médicos desnecessários somaram R$ 13 bilhões, diz pesquisa da consultoria espanhola Advance Medical Group.

A cada dez exames, quatro são repetidos ou desnecessários. As especialidades com mais pedidos dispensáveis são ortopedia (30%), oncologia (18%), endocrinologia (11%), neurologia (11%) e reumatologia (30%). “O médico ganha comissão pelos exames que ele manda fazer”, diz Marimon, da Strategy. “É ele quem indica o laboratório.”

A consultora afirma ainda que os hospitais particulares precisam bater meta de internações, um dos serviços mais caros em unidades de saúde.

Como tem de ocupar os leitos disponíveis, mandam internar sem necessidade. Além dos custos que sobem, o paciente é exposto a infecções.

Raquel Marimon, presidente da consultoria Strategy

Ainda em 2016, foram realizadas 218,3 mil consultas médicas via plano de saúde em todo o país. Metade não era necessária, segundo o levantamento. Outro golpe comum é pedir uma dosagem de medicamento acima do utilizado ou recomendar uma órtese ou prótese sem necessidade.

Um caso emblemático ganhou as manchetes em 2015, quando a Polícia Federal investigou o que ficou conhecido como máfia das próteses. Em um esquema milionário, médicos chegaram a embolsar R$ 100 mil por mês recomendando cirurgias desnecessárias para implante. A conta era repassada aos planos médicos, que dividiam o prejuízo com seus clientes. “A gestão de fraude não é foco das operadoras”, afirma Robba:

Como 80% dos planos são coletivos, é melhor pagar a conta e passar como reajuste do que apurar a fraude ou desperdício.

Rafael Robba, advogado especializado em direito da saúde

Cechin, da Fenasaúde, diz que o escândalo mobilizou as operadoras, que começaram a se prevenir. Mas ele reclama da dificuldade em provar, por exemplo, que uma cirurgia de coluna poderia ser evitada. “Além disso, muitos médicos não testemunham contra seus colegas.”

Uma esperança vem da África

Enquanto países em todo o mundo veem a corrupção e o desperdício impactarem na diferença entre a inflação médica e a de preços, um país com um sistema privado de saúde parecido com o brasileiro viu a inflação médica despencar, agora uma vez e meia acima da inflação de preços, a menor diferença no mundo.

A solução encontrada pela África do Sul foi simples: os índices de corrupção e desperdício minguaram quando seus planos de saúde passaram a pagar clínicas e hospitais conveniados por resultado no atendimento e não por volume de trabalho, como acontece no Brasil.

Desde então, as clínicas precisam provar que o paciente melhorou de saúde após o tratamento. Por aqui, “o hospital ainda é remunerado por demanda: dias de internação, uso de material, consumo de recursos e horas profissionais”, detalha Marimon.

Cechin explica que a conta médica no Brasil é paga como a do “almoço”:

Pediu entrada, bebida, sobremesa? No final vem a discriminação dos itens. Na saúde é o número de agulhas, gaze, seringa. O prestador é remunerado por itens e ganha uma margem sobre eles. Esse tipo de pagamento o induz a utilizar mais itens e os mais caros.

José Cechin, diretor-executivo da Fenasaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar)

Os sul-africanos conviviam com altas taxas de inflação na saúde. Até 2002, os reajustes anuais variavam de 11% a 15%. Naquele ano, um novo modelo de remuneração começou a ser debatido. Em 2010, iniciou-se um projeto-piloto com 10 instalações. Dois anos depois, e o pagamento dos prestadores já era por resultados. “Em 2014, o reajuste médio caiu para 8%”, explica o superintendente executivo do Iess (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar), Luiz Augusto Carneiro.

Outra medida adotada pela África do Sul foi priorizar a atenção primária: incentivo a hábitos saudáveis e diagnóstico precoce de doenças crônicas. A medida derrubou o atendimento hospitalar, um dos serviços mais caros do sistema de saúde.

R$ 1.652 mais caro em 2 anos

Até que o modelo sul-africano emplaque no Brasil, o consumidor terá de lidar com reajustes indesejados. No Idec, 23,4% de todas as reclamações em 2017 foram contra os planos de saúde, os campeões entre todos os setores da economia. Quase metade delas (44,5%) envolvia reajuste na mensalidade, índice superior aos 32,6% do ano anterior. À ANS, as queixas cresceram 13%: de 1.788 para 2.029 nos três primeiros meses deste ano em comparação com o primeiro trimestre de 2017.

Uma delas partiu da analista de sistemas e blogueira Carolina Bottino, 33 (ao lado), que contratou a Bradesco Seguros para ela, o irmão mais novo e os pais, já idosos. Em 2016, o convênio custava R$ 3.269, no ano seguinte saltou para R$ 4.083 antes chegar aos R$ 4.921 em abril deste ano. “Antes consumia 10% da renda familiar, hoje, quase 30%”, lamenta Carolina. “E a consulta parece cronometrada. Te atendem em 10 minutos. Mas se for particular, não há nenhuma pressa.”

A história é parecida com a de Ana, a professora do começo da reportagem. Ela descobriu que sofria com o estreitamento nos rins há quatro anos. Os primeiros urologistas da Amil disseram que ela poderia precisar de uma cirurgia a qualquer momento.

“Ficamos monitorando até que a cirurgia pareceu iminente”, conta a filha, Débora Souza, 39. Foi aí que o aumento veio. “Notificaram sobre o reajuste, mas só ficamos sabendo o valor quando o boleto chegou junto com a notificação de que o plano seria automaticamente cancelado se houvesse falta de pagamento.” Sem dinheiro, Ana desistiu do convênio.

Ao UOL, a Bradesco Saúde encaminhou nota oficial afirmando que “segue a regulamentação da Agência Nacional de Saúde Suplementar para os reajustes dos planos de coletivos para empresas com até 29 beneficiários, inclusive publicando os seus valores no site”. Já a Amil também afirma que “os reajustes foram aplicados de acordo com as normas da ANS e com o contrato firmado, que preveem alteração conforme mudança de faixa etária e atualização anual do valor da mensalidade na data de renovação do contrato”.

Franquia e coparticipação

Para a ANS (prédio ao fundo), o modelo atual “induz à sobreutilização dos recursos e, portanto, a desperdícios” e discute mudanças no Grupo de Trabalho de Remuneração. No primeiro semestre, a agência regulamentou a permissão para que as operadoras cobrassem franquia e coparticipação de seus pacientes.

A ideia era cobrar uma parte dos custos (até 40% do valor dos procedimentos) toda a vez que o cliente precisasse usar o plano, como acontece com o seguro de carros. Esse valor não poderia superar a cifra desembolsada nas 12 últimas mensalidades. Mas uma liminar da ministra Carmen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal), suspendeu a Resolução Normativa, e a ANS realizou, em 4 de setembro, audiências públicas para discutir o assunto.

Fonte: https://www.uol/noticias/especiais/plano-de-saude-preco-alto.htm?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_campaign=noticias&utm_content=geral#tematico-5

Convênio Médico Unimed Guarulhos

Convênio Médico Unimed Guarulhos

O Convênio Médico Unimed Guarulhos foi eleita em pesquisa da Datafolha 2010 líder no setor de planos de saúde no país.  A Unimed corresponde a 37% do mercado de planos de saúde. São mais de 110 mil médicos credenciados e 17 milhões de associados em todo país.

Unimed Guarulhos
Unimed Guarulhos

Unimed Está presente em 4.623 municípios e é a operadora com maior cobertura em todo país. Além de contar com ampla rede credenciada, a Unimed conta com rede própria.

A Unimed Guarulhos é referência em planos de saúde da região, atendendo aos municípios de Guarulhos, Itaquaquecetuba, Arujá, Santa Isabel e Ferraz de Vasconcelos.

O atendimento aos associados ocorre através da Central de Atendimento Telefônico, através do site e através de atendimento pessoal na sede da Unimed Guarulhos. O atendimento na Central de Atendimento acorre 24 horas por dia e o atendimento presencial ocorre de segunda-feira a sexta-feira das 8h às 18h.

Os associados da Unimed Guarulhos também contam com a Drogaria Usimed, com descontos e condições especiais de pagamento para medicamentos. São mais de 1.000 medicamentos com desconto para plano de saúde individual e plano de saúde empresarial. Produtos médico-hospitalares, muletas, cadeiras de rodas para locação ou venda com valores exclusivos e condições de pagamento facilitadas.

Convênio Médico Unimed Guarulhos: Hospitais de Destaque

Atualmente a Unimed Guarulhos conta com 237 médicos credenciados e 120 mil associados. Seus associados também possuem cobertura em outras regiões de São Paulo nos melhores hospitais, confira alguns deles:

  • Hospital São Camilo: o Hospital conta com três unidades, possui 750 leitos, conta com uma grande rede de profissionais qualificados. O hospital administra 33 hospitais que oferecem atendimento público.

  • Hospital da Luz:Localizado no bairro Vila Mariana de São Paulo/SP, referência no atendimento de gestantes e partos de Alto Risco.

  • Hospital Santa Cruz: localizado no bairro Vila Mariana – São Paulo/SP, foi inaugurado e 1939. Conhecido pela cultura japonesa que remete a busca de excelência no atendimento e equipamentos de melhor qualidade.

A Seguro Saúde Online disponibiliza consultores especializados em buscar plano de saúde individual e plano de saúde empresarial de acordo com a sua localidade, dessa forma, localizando os hospitais mais próximos de sua residência e trabalho. Solicite uma cotação sem compromisso.

Convênio Médico para Advogados Inscritos na CAASP

Convênio Médico para Advogados Inscritos na CAASP

O Convênio Médico para Advogados Inscritos na CAASP é fruto de uma parceria entre a CAASP – Caixa de Assistência dos Advogados de São Paulo e as melhores empresas de planos médicos do mercado.

È um plano médico coletivo por adesão, isso significa que é pensado e comercializado apenas para entidades de classes ou sindicatos. É em média até até 40% mais barato que um plano de saúde convencional. Além do custo reduzidos, os planos de saúde para advogados caasp contam com benefício exclusivos para os associados da CAASP.

Sobre a CAASP

A CAASP – Caixa de Assistência dos Advogados de São Paulo foi criada pela OAB SP em 03 de fevereiro de 1936. É um órgão da Ordem dos Advogados do Brasil – Secção de São Paulo e uma entidade beneficente, sem fins lucrativos que tem como objetivo prestar assistência social aos advogados e estagiários regularmente inscritos na OAB SP e seus respectivos dependentes.

Quem pode aderir ao Convênio Médico para Advogados Inscritos na CAASP

È necessário que o advogado ou estagiário esteja em dia com as tesourarias da OAB e da CAASP e comprove o exercício regular da advocacia. Estando tudo certo com a tesouraria e com o exercício regular da advocacia, terão direito a participar do plano médico como dependentes:

  • Cônjuges
  • Companheiro(a)
  • Filhos(as), adotivos ou não e enteados
  • O menor que, por determinação judicial se encontre sob a guarda e responsabilidade do beneficiário titular ou sob sua tutela
  • Filhos de qualquer idade comprovadamente incapazes

Convênio Médico para Advogados Inscritos na CAASP – Operadoras Disponíveis

Bradesco PME

Bradesco

Os planos da Bradesco Saúde oferecem a você opções de atendimento em território nacional ou grupo de municípios e acomodação em enfermaria ou quarto individual em caso de internação.
Solicite mais Informações

 

SulAmérica PME

SulAmérica

Os planos da Sulamerica oferecem a você opções de atendimento em território nacional ou grupo de municípios e acomodação em enfermaria ou quarto individual em caso de internação.
Solicite mais Informações

 

One Health PME

One Health

Os planos da One Health oferecem a você opções de atendimento em território nacional ou grupo de municípios e acomodação em enfermaria ou quarto individual em caso de internação.
Solicite mais Informações

 

Amil Blue PME

Amil Blue

Os planos da Amil oferecem a você opções de atendimento em território nacional ou grupo de municípios e acomodação em enfermaria ou quarto individual em caso de internação.
Solicite mais Informações

A operadora pode negar atendimento a beneficiário inadimplente?

A operadora pode negar atendimento a beneficiário inadimplente?

O atendimento não pode ser negado sem a prévia notificação do consumidor, com a oportunidade de regularizar sua situação no prazo de dez dias, de modo a evitar a acumulação de 60 dias de atraso. O Artigo 13, parágrafo único, inciso II, da Lei nº 9.656/88 (Lei dos Planos de Saúde) proíbe a suspensão do atendimento ou a rescisão do contrato antes de decorridos 60 dias de inadimplência.

No 61º dia de atraso, o contrato é automaticamente rescindido, não cabendo à seguradora mais nenhuma responsabilidade em relação ao segurado.

A exceção se dá quando o beneficiário inadimplente se encontra internado, hipótese em que o seu contrato não pode ser suspenso ou rescindido.

Exemplo

Caso o cliente já estivesse em tratamento antes e continuasse a precisar de cuidados médicos em internação ao completar o 61º dia de inadimplência, a seguradora não poderia interromper o atendimento.

Quem pode participar de um convênio médico empresarial?

Quem pode participar de um convênio médico empresarial?

Para fazer parte de um seguro ou plano coletivo empresarial é necessário que a pessoa tenha vínculo empregatício ou seja servidor público em empresas ou órgãos de governo que contratam planos de saúde para seus funcionários. Também podem ser beneficiários os demitidos, os aposentados, os sócios, os administradores, os trabalhadores temporários, os menores aprendizes e os estagiários.

No caso do seguro ou plano coletivo por adesão, o futuro beneficiário precisa estar vinculado a uma pessoa jurídica de caráter profissional, classista ou setorial, como conselhos profissionais e entidades de classe; sindicatos, centrais sindicais e respectivas federações e confederações; associações profissionais legalmente constituídas; cooperativas de profissões regulamentadas; caixas de assistência e fundações de direito privado, entre outras de características semelhantes.

Os familiares dos beneficiários / titulares dos planos empresariais ou por adesão podem participar, desde que possuam até o terceiro grau de parentesco consanguíneo e até o segundo grau de parentesco por afinidade, ou sejam cônjuges ou companheiros (as), se assim estiver previsto no contrato.

Os planos coletivos de saúde exigem carência?

Depende. A flexibilidade dos planos coletivos empresariais está diretamente relacionada com o número de participantes.

Em organizações com 30 participantes ou mais, na assinatura do contrato entre a empresa empregadora e a operadora do plano de assistência à saúde, o beneficiário tem até 30 dias para ingressar no plano com isenção de carência e sem precisar se submeter, no caso de doenças ou lesões preexistentes, à cobertura parcial temporária – CPT ou ao agravo (acréscimo no valor da mensalidade).

Já os novos funcionários e seus dependentes têm condições idênticas às dos beneficiários iniciais, desde que ingressem no plano no período de 30 dias, a contar de sua admissão na empresa.

Se o ingresso no plano ocorrer depois desses períodos, nas duas situações, a operadora poderá exigir o cumprimento dos prazos de carência e de cobertura parcial temporária. Para consultas, exames, internações e cirurgias, o prazo máximo permitido pela lei é de 180 dias, enquanto para partos a termo, 300 dias. Prazos de carência, cobertura parcial temporária e agravo também podem ser exigidos em planos empresariais com 29 ou menos participantes.

Como funciona a vigência do convênio médico

Como funciona a vigência do convênio médico

Os seguros e planos novos, contratados depois que a Lei nº 9.656 entrou em vigor, em 1º de janeiro de 1999, têm uniformidade nas regras que determinam quando começam a ter eficácia, ou seja, o início da vigência.

O contrato tem duração mínima de um ano, a partir da data da assinatura:

  • Da proposta de adesão nos seguros e planos coletivos; ou
  • Do contrato individual; ou
  • Do pagamento de qualquer valor (taxa de adesão, mensalidade ou qualquer nome que se dê a qualquer valor cobrado).

Das três alternativas, vale a que ocorrer em primeiro lugar.

O início da vigência do seu contrato, contudo, não elimina a obrigatoriedade do cumprimento dos prazos de carência que foram estabelecidos.

Desde abril de 2009, os beneficiários de seguros ou planos de saúde individuais e familiares que assinaram contrato depois de janeiro de 1999 podem trocar de operadora levando para a nova empresa as carências já cumpridas no plano anterior.

Saiba mais sobre a Portabilidade de carências.

Fonte: http://www.tudosobreseguros.org.br/vigencia-8/

O que é Cobertura no Convênio Médico para Empresas

O que é Cobertura no Convênio Médico para Empresas

cobertura de assistência à saúde privada reúne um conjunto de direitos do beneficiário do plano ou seguro (tratamentos, serviços, procedimentos médicos, hospitalares e/ou odontológicos).

A variedade de combinações entre acomodação, rede referenciada, graus de reembolso e tipos de atendimento (exclusivamente hospitalar e ambulatorial / hospitalar) permite encontrar uma cobertura que se encaixe no orçamento da empresa.

Para conhecer exatamente a cobertura que o seu plano de saúde proporciona, fique atento aos seguintes itens:

  • Época da contratação;
  • Segmento de cobertura assistencial;
  • Tipo de acesso à rede de serviços; e
  • Cláusulas de carência, inclusive para urgência e emergência, de agravos e de cobertura parcial temporária, que diferenciam o atendimento para as doenças e lesões preexistentes.

Vale destacar que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) proíbe a limitação da quantidade de exames que médicos ou dentistas podem solicitar. A agência adverte que essa conduta pode dificultar o acesso dos pacientes ao tratamento, além de restringir a atividade do profissional de saúde. Tal prática tem penalidade prevista no artigo 41 da Resolução Normativa 124/2006 da ANS.

Fonte: http://www.tudosobreseguros.org.br/tipos-de-coberturas-9/

Operadora de plano de saúde Hapvida lucra 7,6% a menos no 2º trimestre

A operadora de plano de saúde Hapvida registrou lucro líquido de R$ 149,7 milhões no segundo trimestre deste ano, uma queda de 7,6% na comparação com o mesmo período anterior. De abril a junho, a receita avançou 19,9%, em base anual, para R$ 1,11 bilhão.

O aumento da receita é justificado pelo crescimento de 7,2% no número de beneficiários de planos de assistência médica e pela alta de 12,4% do valor médio dos planos.

Apesar do avanço da receita, a empresa reportou queda do lucro líquido devido o aumento da sinistralidade, para 60,8%, e de aumento das despesas tributárias e operacionais.

Segundo a empresa, em informe de resultados, o avanço da sinistralidade ocorreu com o maior volume de atendimentos relacionados às viroses, efeito de aspectos climáticos como mudança no volume e distribuição do regime de chuvas entre os meses com maior precipitação nas regiões Norte e Nordeste.

Em relação às despesas tributárias, durante o segundo trimestre, a alíquota e Imposto de Renda (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) foi de 36,4%, superior aos 26,8% do segundo trimestre de 2017. Assim, a Hapvida desembolsou R$ 86 milhões, 44,4% superior aos R$ 59,5 milhões em 2017.

Também na base comparativa anual, as despesas de vendas subiram 17,2%, para R$ 111,4 milhões, e as administrativas tiveram uma alta de 46,3%, para R$ 132,2 milhões.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) subiu 5% em relação ao segundo trimestre de 2017, para R$ 209 milhões. A margem Ebitda passou de 21,5% para 18,8%.

No segundo trimestre, a empresa reportou uma receita financeira líquida de R$ 37,3 milhões, alta anual de 25%.

Convênio Médico Bradesco - Plano Premium

Convênio Médico Bradesco – Plano Premium

O Convênio Médico Bradesco | Plano Premium é para empresas que buscam a tranquilidade de oferecer os melhores serviços de saúde do país aos seus colaboradores.

Para quem é

O Plano Premium é para empresas que querem oferecer um plano de saúde aos funcionários que desejam a tranquilidade de serem bem cuidados com a vantagem de serem exclusivos.

Como funciona

Possibilita atendimento por meio de uma exclusiva rede de referenciados, além de oferecer a liberdade na escolha de médicos e serviços na modalidade de reembolso, que está disponível para procedimentos realizados em todo o Brasil e também no exterior, respeitando os limites contratuais.

Vantagens

Possui serviços e coberturas que vão além da saúde do segurado. Contempla hospitais e laboratórios de referência em saúde no país, além de contar com os benefícios exclusivos do Bradesco Saúde Concierge.

Abrangência geográfica

Cobertura em todo o território nacional.

 

Reembolso

Reembolsos das despesas médico‐hospitalares em todo o território nacional e no exterior, conforme os limites do contrato. As despesas hospitalares ocorridas no exterior poderão ter o limite de reembolso ampliado, de forma a alcançar os custos médios praticados pelos hospitais de melhor nível na rede referenciada.

Opções de cobertura

Completa: assistência ambulatorial e hospitalar com obstetrícia, incluindo despesas com consultas, exames simples e especiais, terapias, tratamentos ambulatoriais e internações clínicas ou cirúrgicas, conforme Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde vigente, estabelecido pela ANS, além das coberturas adicionais:

  • Cirurgia refrativa independente do grau de refração;
  • Acompanhante para paciente internado de qualquer idade;
  • Escleroterapia sem limite de sessões;
  • Check-up anual para titulares e dependentes a partir de 29 anos de idade*;
  • Consulta e fisioterapia domiciliares, exclusivamente por reembolso.

Além das coberturas do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde Vigente, os planos da Bradesco Saúde oferecem cobertura para transplantes não obrigatórios. Para mais informações, consulte um Corretor.

*Em prestadores selecionados, nas seguintes localidades: Rio de Janeiro (RJ), Volta Redonda (RJ), São Paulo (SP), Campinas (SP), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Salvador (BA) e Recife (PE) enquanto vigorarem os contratos e os acordos com as empresas que os operam.

Acomodação

Quarto individual.

Opções de inclusão

Compulsória: inclusão de todos os funcionários do grupo definido pela empresa, qualquer que seja o número de empregados. Vale também para os dependentes.
Opcional: não há obrigatoriedade de inclusão de todo o grupo de funcionários vinculado à empresa.

Formação de preço

Pré‐pagamento: o valor da mensalidade é calculado previamente, com base nas coberturas contratadas pela empresa, podendo optar por uma das modalidades de pagamento abaixo:

  • Faixa etária: opção disponível para empresas que aderem a planos tanto da modalidade Compulsória quanto da Opcional, para todos os perfis de clientes.
  • Custo médio: opção disponível somente para empresas que aderem a planos da modalidade Compulsória e que possuírem entre 100 e 199 vidas no momento da contratação.

Carência e CPT (Cobertura Parcial Temporária)

Empresas de 3 a 29 vidas

Haverá aplicação de CPT** sempre que identificada doença ou lesão preexistente, conforme condições contratuais. A depender da quantidade de vidas, pode ser aplicada redução ou isenção de carências*. Confira detalhes no quadro abaixo:

Modalidade Opcional

Empresas Carências da Cobertura Completa Carências da Cobertura Hospitalar com Obstetrícia
3 a 9 vidas Carências normais Carências normais
10 a 20 vidas Isenção de carências para terapias (inclusive fisioterapia), exames (necessitam de autorização prévia), cirurgia geral e internações clínicas. Isenção de carências para cirurgia geral e internações clínicas.
21 a 29 vidas Isenção total, EXCETO parto. Isenção total, EXCETO parto.

Modalidade Compulsória

Empresas Carências da Cobertura Completa Carências da Cobertura Hospitalar com Obstetrícia
3 a 9 vidas Carências normais Carências normais
10 a 20 vidas Isenção de carências para terapias (inclusive fisioterapia), exames (necessitam de autorização prévia), cirurgia geral e internações clínicas. Isenção de carências para cirurgia geral e internações clínicas.
21 a 29 vidas Isenção total, inclusive parto. Isenção total, inclusive parto.

Empresas a partir de 30 vidas
Isenção de carências* e CPT**, desde que a inclusão do segurado seja realizada no prazo determinado em contrato, conforme a legislação em vigor.

* Carência: tempo de espera para realizar um procedimento específico através do plano de saúde.
** Cobertura Parcial Temporária (CPT): período máximo de 24 meses, a partir da data da contratação do plano, em que é permitida a suspensão da cobertura de eventos cirúrgicos, leitos de alta tecnologia (UTI/CTI) e procedimentos de alta complexidade, relacionados a doença e/ou lesão preexistente.

Coparticipação

A Coparticipação Ambulatorial é um mecanismo de regulação onde o segurado participa financeiramente do valor dos procedimentos cobertos relativos a pequeno risco (consultas e exames simples), havendo opção de escolha entre 10%, 20% ou 30%, lineares.

Cabe a empresa contratante a opção de incluir ou não a coparticipação.

Assistência em Viagem (Seguro Viagem Bradesco)

Com o objetivo de garantir proteção e segurança, a Assistência em Viagem (Seguro Viagem Bradesco) dispõe de uma série de coberturas e serviços no caso de acidentes, imprevistos e doenças com manifestação súbita e aguda, quando o Beneficiário estiver em viagem no Brasil a mais de 100 km do município de sua residência, bem como em viagens ao exterior. Em ambos os casos, é necessário que o Beneficiário não esteja afastado de sua residência permanente por período superior a 90 (noventa) dias em uma mesma viagem. Além disso, através do Bradesco Saúde Concierge, o segurado conta com benefícios no âmbito do Tratado de Schengen, que fixa regras para a cobertura médica em vários países europeus.

Este benefício prevê também o reembolso de despesas, se esta for a opção do Beneficiário no momento da utilização da cobertura.

O Seguro Viagem Bradesco é garantido pela Bradesco Vida e Previdência S.A., contratada pela Bradesco Saúde S.A., conforme exigência da SUSEP, através da Resolução CNSP nº 315/2014, em seu artigo 22, e em vigor desde 26/03/2016, para coberturas do “Seguro Viagem Bradesco”.

Atenção: O seguro viagem não é seguro saúde! Leia atentamente as condições contratuais do seguro, observando os direitos e obrigações, bem como o limite do capital segurado contratado para cada cobertura.

Remissão

No caso de morte do segurado titular, os dependentes incluídos no plano terão isenção de pagamento pelo período de 2 (dois) anos, respeitando-se as condições contratuais.

Convênio Médico NotreDame - Linha Smart

Convênio Médico NotreDame – Linha Smart

A Linha de planos de saúde Smart é ideal para quem procura por uma escolha racional, com qualidade e rede de atendimento ampla, de abrangência regional. É possível contratar o plano de saúde com ou sem coparticipação, inclusive com opção de cobertura local.

Os planos de saúde da linha Smart abrangem Rede Própria e Rede Credenciada certificada, com acesso a todas as especialidades médicas e profissionais referenciados.

Modalidades de Contratação

Plano de Saúde ambulatorial e hospitalar com obstetrícia
Cobertura para consultas, exames, internações hospitalares clínicas e cirúrgicas e partos.

Plano de Saúde ambulatorial e hospitalar sem obstetrícia
Cobertura para consultas, exames, internações hospitalares clínicas e cirúrgicas.

Abrangência
Regional ou Local

Acomodação em caso de internações
Enfermaria ou apartamento

Rede Assistencial
Própria e Credenciada

Conheça o PlanoDetalhes

Mais Apoio

Os planos de saúde da NotreDame Intermédica dispõem da abrangente Rede Própria da NotreDame Intermédica. Desta forma, você pode contar com um atendimento de excelência na sua cidade ou região, por meio de unidades sempre próximas de você.

Medicina Preventiva

Nossos beneficiários podem participar de todos os programas de Medicina Preventiva, tais como Oficinas de Saúde, grupos terapêuticos e orientações individuais para gestantes, idosos, pacientes com doenças crônicas e casos de alta complexidade.

Ala de Oncologia Smart

Espaço moderno e especializado no atendimento oncológico, com equipe médica multidisciplinar preparada para oferecer todo conforto, suporte e segurança aos pacientes com câncer.

Diferenciais do Produto

Os beneficiários do plano de saúde NotreDame Intermédica têm acesso gratuito ao Interclube, um clube que dá direito aos melhores descontos em medicamentos e perfumaria nas maiores redes de drogarias do País, além de inúmeras parcerias com academias, clínicas estéticas, medicamentos, vacinas, cursos, viagens, teatro, compras on-line, restaurantes e muito mais.

Interclube
Clube de vantagens e benefícios exclusivos que oferece diferenciais, descontos e promoções para o beneficiário na compra de bens e serviços em diversas categorias como beleza e bem-estar, medicamentos, cursos, alimentação, viagens e entretenimento.

Remissão: até 24 meses (contratação opcional )
Direito à continuidade do plano de saúde ao cônjuge e dependentes após o falecimento do titular, por um período determinado.

Procedimentos e Terapias Cobertos

Os beneficiários têm cobertura de procedimentos e terapias para manter sua saúde em dia: acompanhamento em nutrição, terapia ocupacional, psicoterapia e fonoaudiologia.

Fonoaudiologia: 12 a 96 sessões/ano – conforme Diretrizes de Utilização da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar)
Direito a consultas com fonoaudiólogo, a partir de orientação de médico especialista.

Terapia Ocupacional: de 12 a 40 sessões/ano – conforme Diretrizes de Utilização da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar)
Direito a consultas com terapeuta ocupacional, a partir de orientação de médico especialista.

Consulta Sessão com Psicólogo/Psicoterapia: de 12 a 40 sessões/ano – conforme Diretrizes de Utilização da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar)
Direito a consultas com psicólogo, a partir de orientação de médico especialista.

Nutrição: de 06 a 18 sessões/ano – conforme Diretrizes de Utilização da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar)
Direito a consultas com nutricionista, a partir de orientação de médico especialista.

Outros Procedimentos

Você tem direito à cobertura de cirurgias de miopia e hipermetropia, bem como procedimentos mais complexos como transplantes de rim, córnea e medula.

Cirurgia de Miopia: de grau -5 a -10
Cobertura de cirurgia refrativa para correção de miopia. O procedimento consiste em modelar a córnea do paciente.

Cirurgia de Hipermetropia: até grau 6,0
Cobertura de cirurgia refrativa para correção de hipermetropia. O procedimento consiste em modelar a córnea do paciente.

Transplantes: rim, córnea, medula (autólogo e heterólogo)
Cobertura para substituição de tecido doente ou órgão de uma pessoa (viva ou falecida) para outra.